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| [Imagem: Jie Sun] |
Antenas têm sido usadas para transmitir ondas de rádio, TV e outras frequências há muito tempo.
Mas só recentemente a tecnologia permitiu usar o conceito de antena para a luz - que nada mais é do que radiação eletromagnética com um outro comprimento de onda.
Agora, uma equipe do MIT, nos Estados Unidos, construiu o primeiro conjunto integrado de antenas ópticas, capazes de gerar padrões precisos de luz.
As aplicações são inúmeras, incluindo técnicas avançadas de imageamento médico, capazes de captar detalhes do interior do corpo humano com maior precisão e resolução.
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| [Imagem: Mercier et al./Nature Biotechnology] |
Bateria natural
Usar movimentos do corpo humano e do meio ambiente para gerar eletricidade é um conceito - demonstrando nos chamados nanogeradores - que vem sendo desenvolvido por vários grupos ao redor do mundo.
Patrick Mercier e seus colegas do MIT, nos Estados Unidos, fizeram diferente: eles estão extraindo energia de uma "bateria natural" que existe no fundo do ouvido humano.
No fundo do ouvido de todos os mamíferos existe uma câmara repleta de íons, encarregados de produzir uma corrente elétrica para gerar os sinais neurais que levam até o cérebro os impulsos que codificam os sons.
É essencialmente uma bateria natural.
O que Mercier fez foi construir um coletor de energia que captura uma parte dessa eletricidade natural.
Usar movimentos do corpo humano e do meio ambiente para gerar eletricidade é um conceito - demonstrando nos chamados nanogeradores - que vem sendo desenvolvido por vários grupos ao redor do mundo.
Patrick Mercier e seus colegas do MIT, nos Estados Unidos, fizeram diferente: eles estão extraindo energia de uma "bateria natural" que existe no fundo do ouvido humano.
No fundo do ouvido de todos os mamíferos existe uma câmara repleta de íons, encarregados de produzir uma corrente elétrica para gerar os sinais neurais que levam até o cérebro os impulsos que codificam os sons.
É essencialmente uma bateria natural.
O que Mercier fez foi construir um coletor de energia que captura uma parte dessa eletricidade natural.
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| [Imagem: Revista Unesp Ciência] |
No princípio era o vidro, com o qual foi (e continua sendo) possível fazer tantas coisas, entre elas uma tecnologia simples que permite que o sol entre em nossas casas, a janela.
Depois, quando o homem entendeu de verdade o que é a luz e aprendeu a domesticá-la, vieram o laser e a fibra óptica.
Agora é a vez das telas, grandes ou pequenas, que nos mostram imagens em alta definição ou respondem ao toque de nossos dedos.
Por trás desta linha do tempo tecnológica, descrita assim de modo tão incompleto, está uma das áreas mais vibrantes das ciências dos materiais e que atende por um nome esquisito para a maioria dos mortais - a fotônica.
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| [Imagem: Moon et al./Nature] |
Há poucos dias, uma equipe coreana apresentou o primeiro circuito lógico feito com DNA.
Agora, um compatriota seu, Tae Seok Moon, trabalhando na Universidade de Washington, nos Estados Unidos, realizou um feito ainda mais impressionante.
Moon criou portas lógicas usando genes, e as utilizou para construir o primeiro "circuito genético".
O objetivo final dessa linha de pesquisas é que os componentes de células possam ser usados para monitorar atuar ativamente em seu ambiente - o que os cientistas chamam de biocomputadores.
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| [Imagem: VLC Photonics] |
A integração de componentes ópticos e eletrônicos tem feito reiteradas promessas de computadores mais rápidos e que aquecem menos.
Recentemente, pesquisadores alemães anunciaram finalmente que a interligação de chips por luz está pronta para a indústria.
Mas as novidades mais práticas não vieram dos grandes fabricantes, e sim de uma empresa emergente criada por pesquisadores da Universidade de Valência, na Espanha.
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| [Imagem: Fiorenzo Omenetto] |
Uma nova classe de circuitos eletrônicos pode não apenas ser implantada no corpo humano, como também se degrada, desaparecendo por completo depois de cumprir sua tarefa.
Ao contrário dos circuitos eletrônicos tradicionais, que são projetados para durar pelo menos até a próxima versão deles próprios, os circuitos eletrônicos biodegradáveis são temporários, com um tempo de vida bem demarcado, agendado no próprio circuito.
A tecnologia poderá ser útil nos implantes biomédicos, para ajudar a tratar condições temporárias, como infecções, ou para estimular ações fisiológicas, como o crescimento de ossos.
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