Estudantes e profissionais de diversas áreas de atuação são esperados na palestra “Como criar um Planejamento Estratégico Pessoal e Profissional”, promovida pelo Colégio e Faculdade Ensitec. O evento será realizado no dia 20 de setembro, às 19h, no salão do Ensitec, localizado na Rua Antonio Pietruza, 83, no bairro Portão. As inscrições estão abertas e podem ser realizadas gratuitamente através do site www.ensitec.com.br.
“Direcionada a àqueles que desejam mudar de vida de forma programada a curto, médio e longo prazo, a palestra tem como principal objetivo auxiliar os participantes a elaborar um plano de vida pessoal e profissional, de modo que conquistem o sucesso e a realização pessoal de uma maneira mais objetiva”, afirma Rodney Déa, que ministrará a palestra.
“Direcionada a àqueles que desejam mudar de vida de forma programada a curto, médio e longo prazo, a palestra tem como principal objetivo auxiliar os participantes a elaborar um plano de vida pessoal e profissional, de modo que conquistem o sucesso e a realização pessoal de uma maneira mais objetiva”, afirma Rodney Déa, que ministrará a palestra.
Isolante topológico magnético
O nome soa estranho - isolante topológico magnético.
Mas as promessas desse material inovador não são triviais, indo das redes de transmissão elétrica sem perdas, até computadores que não dissipam calor.
E, eventualmente, poderão inaugurar uma nova era pós-eletrônica, a chamada spintrônica, onde os dados são armazenados no spin dos elétrons.
Cientistas da Universidade de Tóquio e dos Laboratórios Riken conseguiram fazer a primeira demonstração prática desse novo tipo de material que é, essencialmente, um semicondutor magnético.
O nome soa estranho - isolante topológico magnético.
Mas as promessas desse material inovador não são triviais, indo das redes de transmissão elétrica sem perdas, até computadores que não dissipam calor.
E, eventualmente, poderão inaugurar uma nova era pós-eletrônica, a chamada spintrônica, onde os dados são armazenados no spin dos elétrons.
Cientistas da Universidade de Tóquio e dos Laboratórios Riken conseguiram fazer a primeira demonstração prática desse novo tipo de material que é, essencialmente, um semicondutor magnético.
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| [Imagem: Rizzi et al./Nano Letters] |
O grafeno é a estrela das pesquisas científicas e tem feito mais promessas do que o mais devoto dos fiéis.
Isso tem gerado uma expectativa quanto a quando essas promessas começarão a ser cumpridas, ainda que isso possa ser exigir demais de uma substância descoberta há menos de oito anos.
Contudo, assim como a concessão do Nobel pela descoberta do grafeno bateu todos os recordes de velocidade, essa transição dos laboratórios para as fábricas está se fazendo mais rapidamente do que seria razoável cobrar.
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| [Imagem: Gert-Jan Wetzelaer/University of Groningen] |
A "eletrônica de plástico", ou eletrônica orgânica, tem uma série de vantagens em relação à eletrônica do silício.
Os circuitos eletrônicos de plástico são flexíveis, podem ser transparentes, consomem pouquíssima energia e são fabricados por impressão, o que significa que eles saem muito mais baratos.
Mas, então, por que não migrarmos já para os componentes eletrônicos orgânicos, a exemplo do que já está sendo feito com os LEDs, que estão virando OLEDs (LEDs Orgânicos)?
Capacidade amplificada
A terceira idade do transístor - ele acaba de completar 65 anos de idade - promete ser qualquer coisa, menos monótona.
Logo depois do surgimento do promissor transístor a vácuo, agora acaba de ser inventado um novo tipo de transístor que permite realizar mudanças no estado da matéria usando correntes elétricas.
Cientistas do laboratório Riken, no Japão, criaram um componente que usa a acumulação eletrostática de cargas sobre a superfície de um material para desencadear uma alteração do seu estado físico.
A terceira idade do transístor - ele acaba de completar 65 anos de idade - promete ser qualquer coisa, menos monótona.
Logo depois do surgimento do promissor transístor a vácuo, agora acaba de ser inventado um novo tipo de transístor que permite realizar mudanças no estado da matéria usando correntes elétricas.
Cientistas do laboratório Riken, no Japão, criaram um componente que usa a acumulação eletrostática de cargas sobre a superfície de um material para desencadear uma alteração do seu estado físico.
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| [Imagem: TUHH] |
Cientistas da Universidade Tecnológica de Hamburgo e da Universidade de Kiel, da Alemanha, criaram o aerografite. O material é considerado o mais leve do mundo.
A nova criação conseguiu ultrapassar o aerogel, material usado pela NASA para coletar poeira de um cometa. O aerografite tem 99,9% de ar e densidade de apenas 0,2 miligramas por centímetro cúbico.
Para conseguir esse feito, os cientistas criaram uma rede de tubos ocos de carbono em escalas nano e micro. Portanto, ele é praticamente um espaço vazio. Por isso, a imagem do aerografite foi feita a partir de um microscópio eletrônico.
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| [Imagem: Nguyen et al./Science] |
Cientistas inventaram um LED spintrônico que promete ser mais brilhante, mais barato e mais ambientalmente amigável do que os LEDs atuais.
O componente é inovador, reunindo a classe dos semicondutores orgânicos - ou seja, ele é um tipo de OLED (LED orgânico) - com o nascente campo da spintrônica.
"É uma tecnologia completamente diferente," garante Valy Vardeny, da Universidade de Utah, nos Estados Unidos. "Esses novos LEDs orgânicos podem ser mais brilhantes do que os LEDs orgânicos comuns."
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