[Imagem: TUHH]
O aerografite tem 99,9% de ar e densidade de apenas 0,2 miligramas por centímetro cúbico

Cientistas da Universidade Tecnológica de Hamburgo e da Universidade de Kiel, da Alemanha, criaram o aerografite. O material é considerado o mais leve do mundo.

A nova criação conseguiu ultrapassar o aerogel, material usado pela NASA para coletar poeira de um cometa. O aerografite tem 99,9% de ar e densidade de apenas 0,2 miligramas por centímetro cúbico.

Para conseguir esse feito, os cientistas criaram uma rede de tubos ocos de carbono em escalas nano e micro. Portanto, ele é praticamente um espaço vazio. Por isso, a imagem do aerografite foi feita a partir de um microscópio eletrônico.

[Imagem: Nguyen et al./Science]
OLED mais spintrônica

Cientistas inventaram um LED spintrônico que promete ser mais brilhante, mais barato e mais ambientalmente amigável do que os LEDs atuais.

O componente é inovador, reunindo a classe dos semicondutores orgânicos - ou seja, ele é um tipo de OLED (LED orgânico) - com o nascente campo da spintrônica.

"É uma tecnologia completamente diferente," garante Valy Vardeny, da Universidade de Utah, nos Estados Unidos. "Esses novos LEDs orgânicos podem ser mais brilhantes do que os LEDs orgânicos comuns."

O que é eletrostricção?

O processo de eletrostricção é o acoplamento entre a tensão e o campo elétrico, ou entre a tensão e a polarização

Quando um campo elétrico é aplicado a um isolador de eletricidade, este isolador pode deformar-se ou alterar sua forma de algum modo. Esta propriedade do isolador elétrico é chamada de eletrostricção. Especificamente, o processo de eletrostricção é o acoplamento entre a tensão e o campo elétrico, ou entre a tensão e a polarização; este acoplamento ocorre apenas quando um campo elétrico é aplicado ao material. Materiais eletrostrictivos podem ser usados para construir atuadores, que são utilizados em circuitos de controle, onde uma pequena quantidade de força necessária pode ligar o circuito. Estes materiais também reagem aos campos elétricos muito rapidamente, o que faz com que estes materiais se tornem adequados para os circuitos de controle de alta velocidade.

[Imagem: Ensitec]
Nos dias 13 e 14 de junho foi realizada no Colégio e Faculdade Ensitec a XV Feira de Projetos, evento que reuniu cerca de 50 projetos dos Cursos Técnicos em Contabilidade, Eletrônica, Mecânica, Mecatrônica e Segurança do Trabalho, e dos Cursos Superiores de Tecnologia em Fabricação Mecânica e Mecatrônica Industrial, além do Ensino Médio+Técnico e diversas empresas.

O objetivo da Feira de Projetos é estimular os alunos a trabalhar de maneira cooperativa e interdependente, através do desenvolvimento de projetos interdisciplinares, o que permite a atuação conjunta dos professores de diversas áreas e disciplinas, por isso a relevância da atividade para o aprendizado acadêmico e profissional.

A Feira de Projetos é uma oportunidade de o aluno colocar em prática o conhecimento adquirido em sala de aula e mostrar ao mercado de trabalho que está qualificado profissionalmente e pessoalmente.

Vencedores da XV Feira

Confira os projetos premiados

Computador mecânico

As calculadoras eletrônicas aposentaram as calculadoras mecânicas e os computadores aposentaram as máquinas de escrever.

Quem então poderia estar interessado em um computador mecânico?

A resposta vem rápida: todos aqueles que lidam com aplicações sujeitas e elevados níveis de radiação.

Isso envolve todos os circuitos que devem funcionar no espaço, como satélites de comunicação, sondas espaciais e naves, atuais ou futuras.

Aqui embaixo, os exemplos incluem usinas nucleares e salas de exames médicos onde são usados equipamentos radiológicos.

[Imagem: Site Inovação Tecnológica/Wikimedia/I.B.Wright]
Era das válvulas

O mundo da eletrônica e dos computadores não nasceu transistorizado: nasceu valvulado.

Os componentes básicos dos primeiros circuitos eletrônicos eram as válvulas termoiônicas, um componente, ou uma série de componentes juntos, lacrados a vácuo dentro de um invólucro de vidro.

Estas válvulas continuam sendo utilizadas até hoje em equipamentos de potência muito alta, como retransmissores de rádio e TV, e em equipamentos de som de alta-fidelidade.

[Imagem: Mathieson et al./Nature Photonics]
Cientistas implantaram minúsculos dispositivos, semelhantes a células solares, por trás da retina de animais de laboratório, criando uma nova espécie de retina artificial.

A expectativa é que, em um futuro próximo, a nova prótese - também conhecida como olho biônico - possa restaurar a visão de pessoas que não podem enxergar devido a doenças oculares degenerativas.


 

Layout por GeckoandFly | Download por Bola Oito e Anderssauro.